quarta-feira, agosto 26, 2009

Rubens Barrichello e os brasileiros

(outra charge tosca – pra variar – do autor do blog)

Nunca liguei para automobilismo e nem para carros, apesar de depender de um para chegar ao trabalho. Pra mim, Piquet, Senna, Fittipaldi são apenas nomes de pilotos que arriscaram suas vidas pilotando carros a 300 km/h atrás de fama e fortuna. Para alegria dos fãs há quem os considere como ídolos e tentem imitá-los nas ruas e avenidas de nossas cidades.

Sem muito que fazer no domingo pela manhã assisti a parte final da corrida em que Rubens Barrichello venceu um grande prêmio de F1 depois de 5 anos. O tão ridicularizado “Rubinho Pé de Chinelo”, quem diria, foi o protagonista da 100ª vitória brasileira em GP’s.

Mas por que este sujeito é tão criticado? Fui procurar saber um pouco mais do histórico do nosso Pé de Chinelo, digo, Barrichello. E vi números interessantes:

- é o piloto que mais participou de grandes prêmios: 282;
- pontuou em 185 corridas, perdendo apenas para Schumacher;
- 4º maior pontuador da história da F1;
- 67 pódios ( quarto piloto na história da F1 que mais subiu ao pódio).

Ou seja, não é pra qualquer um. Não entendo nada desse negócio de automobilismo, mas não me parece que sejam façanhas fáceis de serem realizadas por aquele cunhado bebum que se acha o “Senna do volante”. Imagino que seja por conta destes dados que Barrichello é respeitado (dizem) no circuito da F1. Mas no Brasil o cara é motivo de chacotas. Por que?

Simples: porque ele não é o primeiro colocado. No Brasil só se dá valor a quem é o primeiro, o vencedor, aquele que ganha sempre, da mesma forma que em nosso dia a dia só é valorizado o “esperto”, o que se dá bem de qualquer jeito, mesmo com o “jeitinho”.

Recentemente, no campeonato mundial de atletismo disputado em Berlim, o atleta Jadel Gregório não conseguiu um bom salto na final do torneio. Ficou na 8ª colocação. Foi o que bastou para um site soltar a chamada: Jadel decepciona.

Eu acho certos comportamentos bizarros. Ninguém se preocupou com o histórico do atleta, o que ele passou e de como teve que se virar para treinar em um país que não valoriza o esporte (sim, há outras modalidades além do futebol). Se o cara vai lá e ganha, é “orgulho do Brasil”; se não conquista a vitória, é “decepção”.

É o velho complexo de inferioridade, o ufanismo do “com brasileiro não há quem possa” e da necessidade em ser o “melhor do muuuuundo”. Quer melhor exemplo do que a seleção brasileira de futebol? Quando a seleção perde uma Copa do Mundo, apontam-se mil fatores, desde teorias conspiratórias divertidas a desarranjos intestinais. Os brasileiros apenas se esquecem que do outro lado há um adverário que também almeja a vitória e que procura jogar melhor. Maradona, Zidane e Paolo Rossi viram “carrascos”.

Você acha que o Rubinho é um azarado, um chorão que só reclama do carro e rende boas piadas. Bom, as piadas até são legais, mas vamos dar uma chance ao nosso Barriquebra, digo, Barrichello. Afinal, quem insiste em dar chances a Collor, Sarney e tantos outros nobres representantes de nossa democracia, não tem muito a reclamar e cobrar do piloto brasileiro.

Follow me on twitter: http://twitter.com/jaimeguimaraess
Fotolog: http://www.fotolog.com/jaimeguimaraes

quinta-feira, agosto 20, 2009

Porco x Mosquito: álcool gel é a solução!

( Outra charge de gosto duvidoso do autor do blog. Clique para maior visualização)

ADVERTÊNCIA: Se você chegou a este blog, por favor, adote as medidas de segurança contra o vírus H1N1. Mantenha a distância de 1 metro do monitor; utilize máscaras ou cubra a boca com um lenço descartável; ao digitar um comentário, lembre-se de utilizar o álcool gel – se utilizar sabonete, prefira o sabonete líquido. Se este computador for compartilhado, favor trocar o teclado ou higienizá-lo.

O Brasil demonstra cada vez mais sua ligação com a temática fashion. Afinal, vira e mexe temos por aqui uma modinha: lembram de uma tal “lei seca”, cujo frenesi e fiscalização durou mais ou menos 1 mês? E que tal o “Fora Sarney”, que aos poucos vem sendo frustrado pelo Conselho de ética do próprio senado e a tendência é terminar mesmo tudo em pizza, para tristeza dos revolucionários pós-1992? E a modinha da vez é o álcool gel, para alegria dos fabricantes do produto!

Às vezes penso que eu esteja alheio ao que está acontecendo. Com a volta às aulas em alguns estados, tenho visto a imprensa falar todos os dias sobre medidas de segurança e higiene contra o vírus H1N1 nas escolas. O que é muito bom, afinal a função da imprensa é informar. O grande “astro” destas medidas de higiene é mesmo o já citado álcool gel, que as escolas disponibilizam em quantidade nos corredores, nos banheiros e vestiários.

Peraí: que escolas? Aquelas em que as mensalidades custam perto de mil reais ou aquelas da periferia braba onde faltam até papel higiênico? Copos descartáveis? A molecada em boa parte das escolas públicas se amontoa nos bebedouros cheios de lodo e limpos de vez em quando. Aliás, é interessante ver crianças aprendendo em escolas com mensalidades que equivalem a dois meses de salários de uma típica família brasileira coisas que a vovó já ensinava tempos atrás, como lavar bem as mãos.

Não estou dizendo que o vírus H1N1 seja uma bobagem, não sou irresponsável ao ponto de tratar um vírus que já vitimou mais de 400 pessoas como algo inofensivo. A população deve ser alertada e as medidas para prevenção devem ser informadas. A questão toda é certa paranóia que é instalada na sociedade e de como tudo isso será praticamente esquecido mais tarde. Agora, basta o cidadão tossir ou espirrar para ser praticamente isolado. Não saia de casa. Não abrace ninguém, não aperte as mãos. Na balada, não beije ninguém. No motel, além da camisinha, use álcool gel! ( taí um bom slogan para os donos de motel e até fantasias de casais)

Enquanto todos se preocupam com o álcool gel e a nova gripe, na disputa entre o porco e o mosquito a dengue ganha de goleada: só na Bahia, neste ano, os casos já passam de 100 mil! E olha que não faltaram propagandas institucionais, projetos em escolas e folhetos distribuídos nas ruas. Houve aquela empolgação inicial com “blitze” de “caça-mosquitos” visitando casas, dando palestras para comunidades, mas depois...bem, quanto tempo vai durar essa história de álcool gel e medidas de prevenção ao vírus H1N1 mesmo?

Espero que tenham gostado do texto de hoje. Obrigado e deixo aqui um abraç...ops, não pode! Abraço, não! Aperto de mão e beijinho, só com luva, máscara e, claro, álcool gel, a moda do momento!
****
Follow me on twitter: http://twitter.com/jaimeguimaraess

domingo, agosto 16, 2009

Um pouco de Bob Dylan, Igreja Universal e Rede Globo

(Clique sobre a charge, caso queria visualizá-la maior)

Para alívio daqueles corajosos leitores que vez em quando aparecem por este blog, hoje vou escrever pouco e me concentrar nas charges - até porque ando sem muita inspiração para escrever algo que preste ultimamente. Ah, antes que alguém pergunte, eu sou o autor destas mal traçadas, mal desenhadas e mal coloridas “artes”.

Nem é preciso escrever muita coisa. Vejam se é preciso muitas palavras diante de uma notícia como esta: Bob Dylan é confundido com mendigo e é detido nos EUA.

Tá certo que o extraordinário cantor e compositor de músicas como
Blowin’ in the wind ( “the answer, my friend, is blowing in the wind"), Knockin’on heaven’s door e Rainy Day Woman #12 & 35 não tenha lá aquele charme todo, mas chegar ao ponto de ser confundido com um mendigo...bom, ao menos serve de alerta para que os Rolling Stones, por exemplo, não façam shows no Egito ou próximos a museus.

GLOBO X RECORD/IURD

O legal desta guerrinha entre a Rede Globo e a Record/ Igreja Universal é que descobrimos os podres dos dois. E o mais interessante é que cada um adota “o compromisso da verdade”. Dá até para se emocionar com este exercício de “imprensa livre”.

Já escrevi sobre a Igreja Universal neste blog. É só clicar
AQUI, caso queria ler ( sem falsa modéstia, vale a pena a leitura deste post). Tudo bem, eu confesso que adoro assistir a programas como "Fala que te escuto" e "Sessão do Descarrego" quando estou com insônia. Os filmezinhos são ótimos e a voz soturna dos locutores com a trilha sonora apocalíptica na madrugada pode até render uns sustinhos, sem falar que a personagem principal do programa é o "demônio" e ainda tem uns exorcismos maneiros no palco, digo, altar. Zé do Caixão, aprenda!

Quanto à emissora carioca,só pelo fato de transformar a Xuxa "Ursinha macia" em "Rainha dos baixinhos" e gostar de manipular fatos e eleições já a coloca no banco dos réus. Mas não é só isso: basta caçar no youtube um vídeo chamado “Além do cidadão Kane” para saber um pouquinho da história plim-plim. É fantástico! Ô lôco, meu, loucura, loucura, loucura!

Entre as palavras de William Bonner e Edir Macedo, prefiro mesmo as palavras de Marx ( não o Karl, e sim o Groucho): “Acho que a televisão é muito educativa. Todas as vezes que alguém liga o aparelho, vou para a outra sala e leito um livro”.

E é justamente o que farei agora: reler “Factótum”, do Bukowski ao som da coletânea “
The essential Bob Dylan”, é claro. Só espero não ser preso por vadiagem.


***
Follow me on twitter: http://twitter.com/jaimeguimaraess
Fotolog: http://www.fotolog.com/jaimeguimaraes

terça-feira, agosto 11, 2009

A paranóia dos padres pedófilos ( São Malaquias avisou)

( charge criada pelo autor do blog. Para visualizar melhor, clique na figura)

Embora sociólogos, filósofos e blogueiros desocupados e metidos a pensadores como eu ainda não tenham chegado a um consenso para definir este tempo doido em que vivemos ( sociedade pós-moderna, sociedade do conhecimento, sociedade do entretenimento, etc), vou ficar com o termo “sociedade da informação”, mais adequado neste momento.

Companheiro, nunca antes na história da humanidade (epa!) o acesso à informação foi tão fácil e rápido. Seja via rádio, celular, internet, televisão ou mesmo através de jornais e revistas, basta apertar um botão e pronto, você está informado sobre tudo o que acontece no mundo.

Informado e paranóico, se não souber como filtrar a avalanche de notícias. Graças a uma torrente de informações um simples espirro vira gripe suína; um atraso no vôo já se torna “caos aéreo”; e se um padre falar “vinde a mim as criancinhas” já é rotulado como pedófilo.

Sim, os padres estão assustados. Conversei informalmente com um “servo de Deus” dia desses e ele me disse que tem evitado contatos com crianças, limitando-se no máximo a um breve abraço e olhe lá. Tudo isso por conta da crescente desconfiança de que todo o padre é um pedófilo em potencial.

O padre tem razão para se preocupar. Todos os dias pipocam denúncias e suspeitas de coleguinhas de batina aprontando com crianças em seminários, orfanatos e casas paroquiais. Como dizia meu avô, “as notícias voam”, mas o que pode acontecer é que uma “suspeita” acabe virando uma “acusação”.

São Malaquias foi um bispo irlandês do século XII que teve visões proféticas sobre o “fim do mundo” ( esse povo deveria se preocupar em profetizar coisas mais legais. A mega-sena acumulada, por exemplo). Uma das profecias mais interessantes do irlandês foi em relação aos Papas da Igreja Católica. De acordo com suas visões, a igreja terá 111 Papas, do ano de 1130 até os “tempos do fim”. Chico Bento XVI seria o penúltimo da lista. Com o próximo Papa virá uma grande perseguição à Igreja Católica e o “fim da Roma criminosa”.

Não esperem aviões bombardeando o Vaticano ou catástrofes do gênero. O fim da Igreja Católica como conhecemos não será com efeitos especiais e nem terá produção hollywoodiana: deverá ocorrer uma mudança da atitude e pensamentos. Ou isso, ou o fim. Os bons padres já estão sofrendo os efeitos das condutas medievais da Santa Sé. Tolices como desestimular o uso de preservativos e outros dogmas não cabem mais nesta sociedade que vem redefinindo seus valores - se pra melhores ou piores, é outra discussão.

E, claro, padres e freiras livres, sem necessitar desta bobagem de celibato e enclaustramento. Se isso continuar, o Banco do Vaticano irá à falência. Afinal, não dá para suprir certas necessidades apenas comendo “o corpo de Cristo” todos os dias.

Padres e freiras precisam experimentar outros corpos. Maiores de idade, claro.
***
Follow me on twitter: http://twitter.com/jaimeguimaraess
Fotolog: http://www.fotolog.com/jaimeguimaraes
Menção honrosa no VI concurso de crônicas “Rubem Braga” da Academia Cachoeirense de Letras: http://www.academiacl.com.br/web/acl0981_r.html

quarta-feira, agosto 05, 2009

Como Chico Bento derrubou o secretário de Educação da Bahia

Oi, pessoar! Tudo bem com ocês? Meu nome é Francisco Bento de Sousa, mais pode mi chamar de Chico Bento que todo mundo mi conhece! Mais dexa eu dizê logo: eu num sô parente do Papa, vice?

Bão, ocês mi discurpe intrometer nessa coisa toda de iscrevê, eu sei qui divia deixá isso pro Zé da Roça, que é danado de inteligente, mais a Rosinha diz qui eu sô teimoso e sô mesmo, purisso vou iscrevê pra mi defendê!

Ara, tão dizeno por aí que fui eu qui causei a demissão do secretário de educação da Bahia, um sujeito de nome ingraçado chamado Adeum Sauer. ( eita que esse povo da cidade inventa coisa, vice?) Ele deixou qui distribuísse umas revista pra professô lá na Bahia com uma historinha minha eu qui eu quase falo um palavrão.

Óia, eu já mi confessei pro padre, vice? Num sei o qui se assucedeu! Eu já rezei as dez Ave-Maria e os vinte Pai-Nosso e prometi qui nunca mais robava as goiaba do Nhô Lau, mais ocês sabe que goiaba robada é mais gostosa né? E sortá uns palavrão veisinquando acontece né?

O moço aí de nome isquisito mandô imprimi i distribuí umas 10 mil revista pros professô i quando viro o erro carimbaro alguma coisa em cima das minha palavra feia. Agora, deixa eu perguntá uma coisa procêis. A fessoa diz que eu sou preguiçoso, qui preciso istudá mais e todo mundo mi chama di burro, mais eu pergunto: será qui num tem ninguém lá na tar secretaria di educação da Bahia qui leia e revise o qui escrevem nas revista e nos livro pra sê distribuido por aí nas escola? Ara, e dispois dizem qui a culpa é minha!

Aqui mesmo nesse tar de brog (discurpem, eu num intendo muito de interneti, ouvi falá di um tal orcuti mais num sei o qui é) já falaro de uns caso parecido ni São Paulo, com uns livro didático faltando um monte de coisa e com um monte de erro! Eu acho isquisito, sô, qui ni educação com um monti de professo e dotô ninguém lê! Tão pior qui eu!

Mais dizem também qui o moço secretário tinha uns pobrema pra adiministrá a educação na Bahia. Óia, mi falaro qui tá faltano professo de tudo quanto é matéria por lá e os aluno num tem aula. Eu divia ir pra lá, sabe, mais num troco essa minha vida na roça por nada! Os professô lá é xingado, agredido e ganha mal. É porisso qui ninguém qué mais dá aula, sô!

Bão, se ocês me dão licença, eu tenho mais o qui fazê. Tenho qui dá milho pra Giserda, prendê a Mimosa no currá, tomá um banho no rio e mi encontrá com a Rosinha. Craro qui antes vô dá uma passadinha nas goiabera do Nhô Lau. Ei, devi di sê isso que chamão de pranejamento, né? Vai vê foi isso qui fartô na secretaria di educação da Bahia.

Grande abraço, pessoar!

----------
Follow me on twitter: http://twitter.com/jaimeguimaraess
Fotolog: http://www.fotolog.com/jaimeguimaraes
Menção honrosa no VI concurso de crônicas “Rubem Braga” da Academia Cachoeirense de Letras: http://www.academiacl.com.br/web/acl0981_r.html

sábado, agosto 01, 2009

Pobre, eu? Quem dera!

(a charge acima é do autor do blog. Clique na mesma para melhor visualização)

Agora, vai: o Banco Mundial (BIRD) acaba de “emprestar” US$ 30 milhões (de dólares, reparou?) para combater a pobreza na Bahia. Eu já estou providenciando o meu atestado de pobreza!

O discurso é nobre: reduzir as desigualdades sobretudo na zona rural e apostar no desenvolvimento sustentável entre os pequenos produtores, afinal são milhares de pessoas que vivem na roça e da roça aqui na BA, em boa parte dependendo de uma forcinha de São Pedro para que suas colheitas e o gado sustentem as famílias.

Não me tomem como desconfiado ou pessimista, por favor. Mas pelo o que eu vejo por aqui, com o governo dando calote nos salários dos terceirizados, nas empresas prestadoras de serviço e, claro, nas empreiteiras, boa parte desta grana vai para saldar dívidas.

Em 2005 o mesmo Banco Mundial já havia “emprestado” US$ 54 milhões para o estado da Bahia investir no mesmo “desenvolvimento sustentável entre os pequenos produtores”. Desde 1950 o BIRD já investiu US$ 1,8 bilhão no estado. Empresários agradecem plantando e distribuindo bananas pra todo mundo.

Deixemos os números e o blá-blá-blá oficial e vamos para o sertão bravo. Recentemente ocorreu um verdadeiro “arrastão” na outrora tranquila Katmandu ( localizada no sertão baiano, próximo a Kuala Lumpur): bandidos limparam os caixas dos mercadinhos da região em meia hora de ação, à luz do dia. E ainda foram simpáticos, pois não mataram ninguém.

Polícia! É isso aí: 190 neles! Só tem dois detalhes: a delegacia mais próxima fica a 27km de distância e as viaturas estão em excelente estado de conservação (para veículos com uns 15 anos de uso), só precisam de gasolina.

A minha sugestão para o governo da Bahia é que parte destes US$ 30 milhões sejam investidos em gasolina. Ou armas pro povão. Uns “trezoitão” não devem onerar os cofres públicos. Este “empréstimo” do Banco Mundial e a economia que fazem com os salários dos professores custeiam isso numa boa.

E se esta grana fosse mesmo para reduzir a pobreza no estado, eu não incomodaria que dissessem a verdade: meus textos são pobres, minhas charges são pobres, enfim, sou um pobre coitado! Mas um dia eu chego lá, já que a pobreza tem sido algo interessante nos últimos tempos.

***
Despretensiosamente, enviei uma crônica para o VI Concurso Rubem Braga de Crônicas da Academia Cachoeirense de Letras, ES. E não é que recebi uma “menção honrosa”? A primeira vez a gente nunca esquece! Procurem por um tal de “Ministro Veiga” neste link.

***
Follow me on twitter: http://twitter.com/jaimeguimaraess
Fotolog1: http://fotolog.terra.com.br/jaimeguimaraes
Fotolog2: http://www.fotolog.com/jaimeguimaraes

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails