segunda-feira, agosto 29, 2011

"Tô curtindo o MEU som!"





Sempre fui um sujeito bastante curioso – não confundam com enxerido. Provavelmente atormentei meus pais com um monte de “por quês?” durante a infância e adorava ler desde verbetes de enciclopédias a embalagens de produtos e tampinhas de garrafas - não me esqueço da relação que eu fazia entre ácido ascórbico com veneno de cobra.

O tempo (cruel) passou, não atormento mais meus pais com os “por quês” e já descobri que ácido ascórbico e veneno de cobra não tem nada a ver, mas a curiosidade permanece e sempre que faço minhas andanças por aí não deixo de reparar em placas, faixas e banners que enfeitam (?) nossas ruas. E foi em uma rua tipicamente residencial que reparei a seguinte placa no portão de uma casa:
Salvador leva a fama – merecida – de ser uma cidade musical. E complemento: uma cidade musical em alto volume. A capital baiana é tão barulhenta que já foi agraciada com o nada honroso título de “cidade mais barulhenta da América Latina” pela Organização Mundial da Saúde. Carros com sistema de sons que fariam inveja a muitas boates lideram o ranking dos mais barulhentos e a prefeitura tenta coibir os abusos fiscalizando, apreendendo e destruindo equipamentos de som.

Costumo dizer que vivemos em uma “sociedade de direitos”: todo mundo se acha no direito de fazer o que bem entende. Os deveres, bem, esses aí devem ficar por conta “dos outros”. E quem são esses “outros”? È bastante curioso o que acontece: muitas pessoas cobram ética de nossos políticos – reivindicação bastante justa, aliás – e no dia a dia acham absolutamente normal estacionar o carro em uma vaga destinada a deficientes físicos, por exemplo. Ou “ligar o som” em alto volume com músicas de gosto duvidoso sem se importar com a vizinhança. E quanto aos “outros”? Todo mundo conhece um espertão: “Os incomodados que se mudem, tô curtindo MEU SOM”.

“Meu som”, “minha curtição”; reparem que se trata de uma posição individualista. “Meu espaço”, mesmo que seja em um espaço público, comum a todos. No livro “Política para não ser idiota”, os professores Mário Sério Cortella e Renato Janine Ribeiro trazem reflexões pertinentes sobre política e cidadania e é desta obra que compartilho este trecho:

“Vivemos numa sociedade em que o consumismo chegou ao ponto de entender dos próprios sentidos jurídicos – como direito, dever e liberdade – enquanto objetos de consumo. Então, é muito fácil uma pessoa dizer: ‘Faço isso porque quero, porque tenho’.”

É preciso que as pessoas entendam o recadinho simples do professor Cortella, no mesmo livro: “Viver é conviver, seja na cidade, ainda que em casa ou prédio, seja no país, seja no planeta”. Ninguém está querendo impedir o sujeito de escutar “Delícia delícia delícia lícia ai ai ai ui ui”, trata-se apenas de bom senso e respeito às pessoas que não apreciam “o seu som” e têm outras preferências sonoras– mesmo que seja o silêncio.

Entretido nestas reflexões cheguei ao ponto de ônibus e ao entrar no coletivo me deparo com os “DJ´s do Buzu” e seus celulares irritantes em alto e bom (?) som. Chego em casa onde espero finalmente relaxar quando a vizinhança me recebe com a sonoridade contagiante do pagodão baiano que não deixa nada parado, tanto que as paredes começam a tremer. Como se não bastasse, o namorado da moradora do 6º andar prefere buzinar da rua ao invés de usar o celular ou o interfone para chamar a amada. Para completar é possível escutar “Meteoro da Paixão/Explosão de sentimentos” de alguma caixa de som e o único sentimento que consegue despertar está relacionado a meteoro e explosão...

17 comentários:

  1. Jaime, engraçado é que tem muitas pessoas que andam por aí achando lindo esse som em alto volume. Existe até concurso pra isso, em Feira vejo carros com verdaeiros paredões de som! Durante a Micareta estava fazendo cobertura para um site e não eram somente os trios que passavam, lá estavam os paredões estacionados, cada um com o volume mais alto do que o outro, uma verdadeira competição, coitada de mim que tinha que escutar tudo aquilo misturado! Não sei como as pessoas se entendem assim!
    Em õnibus então, virou febre o celular sem fone, o DJ do buzão. E vc cansando, stressado com a poluição, com a superlotação e um (a) engraçadinh@ ainda coloca uma música que vc odeia... não é pra pirar?

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  2. Jaime, realmente tiro a chapéu pelas suas mensagens, és jovem e com boa educação. Infelizmente se o absurdo fosse somente esses problemas que considero absurdos, mas e a pouca vergonha nas tvs, net onde há pesssoas de todas as idades assistindo, muita baixaria em todo lugar além da falta de respeito com som alto, aqui de frente de casa tem bares, imagine como fica a noite e madrugada, ainda que não tocam alto, mas o barulho vem das vozes e rapazes e moças trebados, mas, fecham cedo graças a Deus os bares, mas imagine para uma pessoa doente em casa e eu com enxaqueca as vezes, ninguém merece né? Mas, a sorte é que os bares aqui não fecham tão tarde. Agora, som alto em carros é coisa de baixo nível, ainda com samba, pagode, axé, funk e sertanejo realmente ninguém merece, é porta de cadeia para um som assim tão alto! Seja ele qual for, deve ser respeitado a poluição sonora, já considero esse facebook uma poluição visual, nem o tenho, que dirá essa poluição sonora que invade Salvador. Todos deveriam se conscientizar, ser cidadão só vale para o bel prazer? E os deveres? A Deus dará? Adorei seus argumentos sobre meu texto e Esopo conheço muito e é bem semelhante a meu texto sim, com moral da história, passávamos Esopo para as crianças quando eu dava aulas, e como é um dos melhores meios educativos quanto á leitura. Valeu muito querido amigo. Apareça sempre e cansei de escrever kkkkk. Beijosssss...

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  3. Oi, Jaime,

    Salvador pode ser a cidade campeã, mas está ganhando de muito poucos decibeis de BH. Aqui já fizeram até gingle para essa turma. O locutor coloca todos os dias para tocar na rádio como campanha educativa (uma pena que é de madrugada). O refrão é assim:

    "feche esse carro , bundão
    que meu ouvido não é penico, não.
    O que lhe sobra de potência
    falta, de educação."

    Quanto a estas questões do direito individual, realmene , já está ficando incômodo. Aquela velha máxima (muito criticada nos meios intelectuais tempos atrás) está mais do que atualmente necessária: o meu direito termina onde começa o do outro.

    Abração. paz e bem.

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  4. Pois é, Jaime...
    Hoje em dia é tão fácil tunar o carro com essas porcarias de caixas de som gigantes que qualquer Magal (termo usado para definir esse pessoal... que os Céus nos protejam) sai por aí tocando o que bem entende, e se esquecendo de respeitar o direito a paz sonora de quem estiver por perto.
    Basicamente, deve-se respeitar para ser respeitado...
    Parece fácil, não?
    Pois é, só parece.
    Abraço.

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  5. Eu tenho um sonar na cabeça, escuto mais do que as pessoas em geral. Vc já viu o filme de um submarino engraçado em que o operador do sonar escuta excessivamente? É uma caricatura dos meus ouvidos.
    Tento entender quem põe o volume do aparelho de som no talo, supondo que sejam pessoas generosas que querem compartilhar com a humanidade pré-histórica o privilégio de possuirem uma dessas maravilhas da tecnologia chamada autofalante; daí eu fico puto da vida, mando tomar no cu, civilizadamente, que o povinho gosta, e valho-me de outro avanço tecnológico: 190, o número do telefone da PM.

    =D
    Marcos

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  6. Oi Jaime, fora esse soooommmm, tudo bem? rsrs
    Tô rindo por aqui, mas a coisa é feia mesma. E beira a sociopatia, se é que não é sociopatia mesmo!
    Tenho um vizinho aqui, justamente da casa ao lado da minha, que costumo a dizer que o cara não tem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo); e sim, TOC-TOC, porque o sujeito sempre faz algum "barulhinho" no final de semana, hora de descanso, pelo menos que achava que era!
    Ótimo texto, Jaime! E a charge também!
    Beijos e até!

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  7. É muita escrotidão mesmo!!

    Tem um vizinho do meu namorado que pensa que é DJ: todo sábado deixa a porra do carro dele aberto na calçada e tocando sertanojo nas alturas... detalhe... DE MANHÃ!!
    Só não faço nada pq respeito aos meus sogros, que moram lá né... sem contar com os amigos desses vizinhos que vivem estacionando seus carros na frente da garagem, e a gente já cansou de toda hora bater nas portas deles pra pedir que tirassem os carros pra gente poder sair/ entrar.
    Ahhhh, se a casa fosse minha eu chamava o guincho sem pestanejar, e já teria feito uns barracos!!!!

    Sobre esse povo brega que fica ouvindo música nas alturas no celular, é tão ridícula a vontade de mostrar status deles, fazendo algo tão sem educação, que acho engraçado, menos quando é pagode ou setanejo, que me deixa nervosa.

    Aiai, sou muito azeda, mas acho que você compreende,rsss!!!

    Beijoss, tenha uma ótima semana!!

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  8. Ilani, acho que este é um ponto também: as pessoas acham "bonito" e competem para avaliarem quem possui o "som" mais potente. Existe até "competição oficial" dessas coisas. Imagine pagar R$ 4 mil, R$ 5 mil apenas em um sistema de som automotivo? Nem se eu ganhasse na mega sena! E no buzu, ah, isso ainda vai dar muita, mas muita confusão... :(



    Cecília, sou EXTREMAMENTE jovem hahahaha! Sabe, eu não tenho nada contra o gosto musical das pessoas, até mesmo essa detestável Axé Music. Se as pessoas gostam de Claudia Milk, Chiclete com Banana, à vontade, mas não venham tentar me convencer a gostar de tais grupos ou de um ritmo "por tabela", ligando o som em volume elevadíssimo! E o que acontece em Salvador é que se os bares fecham cedo os carros abrem suas "malas". Postos de gasolina vendem cerveja e é lá que podemos encontrar todos os ritmos musicais saindo de potentes auto-falantes! (apesar da lei que proíbe tudo isso). Complicado lidar com tanta barulheira.

    Ah, o Esopo é "gente fina", né? rsrs Eu também já utilizei algumas fábulas dele na escola. Ainda hoje fazem sucesso as histórias rs Um beijo e fique à vontade para escrever o quanto quiser por aqui :)


    Ô, Cacá, se é campanha educativa então não deveria ficar escondida na madrugada, né? Sensacional o refrão! Pô, isso aí deveria ser mais difundido, divulgado! Iria cair na boca do povo rapidinho. E no rádio também. E nos celulares...e nas malas...xiii...rsrs

    E os acadêmicos, bem, os acadêmicos, ah, deixemos para lá! Abraço, Cacá!


    Jacques, parece fácil...é muito fácil, questão de bom senso apenas. Um senhor - que desconfio beirar os 80 anos - aqui da rua sempre diz: "As pessoas estão perdendo o bom senso". Ô, tio, acho que já perderam! Por isso é som alto, é gente matando por discussão de trânsito, por pisão no pé...dá até medo.

    Abs!


    grande poeta Satoru eu já pensei tantas vezes em ligar para o 190, mas da última vez que resolvi fazer uma queixa parecida fui tratado com um certo desdém pela nobre corporação que até desanima. Mas já tive problema também com vizinho que faz festa no apartamento até a madrugada e com música ao vivo - no caso, um monte de bêbado estraçalhando um violão e um pandeiro. Ao menos o síndico deu uma multa pro sujeito e aí acabaram-se as festas. Se mexer no bolso melhora, né? :)




    Oi, Cissa! Tá tudo bem sim porque estou longe de casa e da vizinhança, então o barulho de uma escola é até preferível hahahaha Se bem que uns adolescentes se concentram ali no pátio ouvindo seus celulares insuportáveis! ( ainda bem que o pátio é bem longe rsrsrs)

    E o meu vizinho do andar de cima gostava de estraçalhar o violão com uns amigos até que tomou uma multa. Mas arrumou dois netinhos que não tem TOC e são fãs do Popó: PO PO PO PO direto!

    Obrigado, Cissa! :) Beijo e inté!



    Myself , agora pense aí no carnaval de Salvador. Pensou? Trio elétrico, aquela multidão nas ruas...e será que alguém percebeu que há moradores naquela região? Imagine como os moradores fazem para se locomover por ali, na Barra e cercanias? E o barulho que faz? Por isso muitos dão no pé na época do carnaval e alugam o apê por um precinho não muito camarada. Nessas horas é que dou graças por morar bem longe da folia rsrs

    Eu compreendo, em certas coisas também sou azedo...até demais rs

    Bj e boa semana também! :)

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  9. Jaime,

    O som do instrumento em si eu gosto. O que eu acho doideira é autofalante.

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  10. Eu mesmo já toquei trompete, tenho telhado de vidro. E hoje ainda toco cavaquinho.

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  11. Guardando as devidas proporções, de CNPT - Contagem Numeral de População Tapada,minha cidade de 20.000 habitantes é deste jeito.

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  12. Amigo,nem fale.SSA está tão insuportável ,que eu estou pensando em mudar pra Sampa...
    Coisa mortal p/ um baiano.Durante a bendita semana,minha rua é muito tranquila,mas,nos fins de semana,a gente n/ tem o sagrado direito de ler,escrever,ou ,ao menos,ver TV.
    Muito oportuno e bem escroto seu desabafo.
    Te encontrei no amigo Cacá e vou voltar.
    Abç

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  13. Poeta Satoru, tocar cavaquinho exige grande habilidade. Eu invejo.


    Guga , em todo lugar existe um CNPT com altos índices! :)



    Miriam, obrigado! E que coisa, mudar para SP a fim de ter um pouco de silêncio! Eu que fiz o caminho contrário quero retornar! rsrsrs E em Salvador não tem mais dia, horário, tarde ou noite e madrugada: toda hora é hora de "rolar um som".

    O jeito é tentar dormir com um barulho destes!

    Obrigado pela visita e comentário e volte sempre! :)

    Um abraço!

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  14. Oi Jaime!
    Primeiramente. quero agradecer por responder ao meu comentário no seu blog e vir até aqui no meu! É uma honra ter um professor como blogueiro para trocar idéias!
    HASHASH se você ler os comentários anteriores sobre o filme, verá que não é ´único ET que não viu o filme. Algumas pessoas não o veem por diversos motivos. Mas como vc mesmo disse, o filme tornou-se tão pop que queira ou não você conhece o conteúdo, a história e claro, os jargões! Eu simplesmente adoro os jargões. Aliás, o que muito me atrai em Tropa é o senso de humor negro nos filmes...é impossível não rir de certas cenas ou diálogos.
    Sério que você não curte cinema? Por que?
    Sabe, esse caso que me contou sobre o juíz é algo bem comum no Brasil e eu nem fico surpresa. Nosso país vive na impunidade, é algo tão comum que parece ser impossível que um dia há de mudar. Seja corrupção de políticos ou traficantes, aqui é Quem tem dinheiro, tem poder. É a triste verdade. Claro que tem um ou outro caso que a justiça prevalece, como o da menina Isabella. Mas isso foi graças á mídia que fez o maior alarde e porque a vítima era uma criança...caso contrário o Nardoni, com um pai tão poderoso, estaria livre. O mesmo não podemos dizer do assassino do caso Mércia aqui em SP. O ex namorado que a matou jogando seu carro no rio, está foragido e impune porque ele é advogado e amigo de muitos políticos da cidade em que vive.
    Não se preocupe em escrever demais...adoro receber comentários grandes!
    bjs e vamos trocando idéias!

    http://www.empadinhafrita.blogspot.com

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  15. Jaime,

    Não pense você que apenas em terras baianas reina a falta de educação sonora. Aqui no Rio anda assim também... Ontem um Zé CUZÃO com uma caixinha de som ligada ao celular escutando FUNK dentro do ônibus. Aliás quem foi o INFELIZ que inventou essas caixinhas de som portáteis? Portáteis do mal gosto.
    Gosto não se discute, eu sei. Mas pelo menos não torne público o seu infeliz gosto. Isso sem contar que moro ao lado de um estacionamento em que a noite toda a musica que tocava era: "ATENÇÃO, ESTE VEICULO ESTÁ SENDO ROUBADO"
    Mas era uma gravação, eu vou gritar com quem? Quem eu vou mandar enfiar a gravação, o veiculo e a PUTA QUE PARIU no c*?
    Enfim... Rsrsrs...

    Beijinhos!

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  16. Olá, professor!

    Sempre tem alguém pra perguntar o q vc faria se ganhasse na loteria. Eu mandaria colocar dry wall nas paredes do imóvel q comprasse. E nem precisava ganhar na loteria, se eu ganhasse um salário um pouquinho melhor essa seria uma das primeiras coisas q faria, porque há dias em que nem dentro de casa a gente escapa. Além de ter que aturar o DJ Mobile no ônibus, tem o carro “tunado” do vizinho e a igreja da rua da frente. Aquela máxima de a minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro serviria para a situação, mas infelizmente algumas pessoas não estão nem aí pro outro.

    bjohnny!

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  17. Tsu, imagine, é um prazer visitar bons blogs! E se eu escrevi muito é que o post motivou isso...bom, ao menos é o que sempre penso para não ser inconveniente rsrs

    É, eu sei que algumas ( só?) pessoas não assistiram TROPA DE ELITE, então não sou o único ET perdidão por aqui...rs Mas eu nem precisei assistir ao filme para que eu o conhecesse quase em detalhes :)

    Bom, eu realmente não sou uma pessoa entusiasta pelo cinema. Na adolescência assistia até bastante filmes, gostava dos clássicos, mas depois fui perdendo o pique. Pergunte o último filme que eu assisti inteiro que não vou saber responder porque faz muuuito tempo. É estranho, é algo que não me movimenta, nem mesmo a parar em um canal de TV aberta para assistir a uma reprise ou inédito. Acho que peguei raiva também dos chamados "remakes", horrendas adaptações de livros e HQ´s ( lembrei: o último que assisti foi Batman- Begins, finalmente um bom filme do Morcegão hahaha). Prefiro mesmo a literatura, nela eu me sinto bem mais à vontade rs :)

    Ah, mas este caso do juiz e da impunidade...eu citei apenas um caso, né? Poderia citar dezenas, centenas. Uma vergonha. A Justiça não é a mesma para todos - e isso é revoltante.

    Bj! E obrigado mais uma vez pela visita :) Volte sempre



    Fabi, essas caixinhas de som viraram uma "febre" na escola. Olha aí que beleza a tecnologia: graças ao MP3, esses meninos tem umas 500 músicas para ouvirem por horas e horas em altíssimo volume, para nossa alegria! hahahaha

    Bjnho



    Olá, moça Cabofriense! É uma boa ideia. Já que as pessoas não têm o bom senso para a convivência coletiva, ou chamamos a polícia denunciando esses donos de carros "tunados" ( e arriscando tomar uma surra dos "mano") ou aguentamos com esforço daqueles o barulhão.

    E ainda tem algumas igrejas que abusam no "aleluia". Deus vê tudo e ouve tudo - neste caso, ouve muito bem, porque é cada grito...!

    Bjk!

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