(é isso aí, parceiro: a charge é do autor do blog. Quer ver melhor? Clique nela)É, meu caro...você foi “o cara” até pouco tempo atrás. Você foi considerado o ator mais talentoso do país e chegou a fazer até umas pontas em Hollywood. Aproveitando a fama, aventurou-se na música ( seu CD não saía das paradas de sucesso), escreveu um livro ( com o título “Confissões”, permanecendo na lista dos mais vendidos durante meses), ganhou muito dinheiro fazendo propaganda até de papel higiênico e, claro, traçava todas que apareciam pela frente, desde as modelos e deusas da TV e até as mamães das filhas que faziam festinha de 15 anos (que tempo bom, hein? Um baita cachê só pra aparecer, dançar com a aniversariante e tchau!).
Mas você envelheceu...bom, nem tanto assim na verdade, mas seu livro é vendido em baciada das Americanas por R$4,99, ninguém dá notícias de seu CD e os convites para fazer uma novela não aparecem. Você teve que vender sua linda mansão à beira mar porque não aguentava mais pagar o condomínio e seus possantes veículos foram a leilão para saldar dívidas. E as mulheres? Ah, que ingratas, só lembram de você para cobrar a pensão alimentícia de um monte de filhos!
Você não estudou, não investiu em um negócio, os “amigos” sumiram, em resumo, você não sabe fazer nada e está falido da Silva. E agora?
Não se desespere, pois há uma saída (ou entrada, como preferir): torne-se político!
É isso mesmo. Siga o exemplo do Romário e do Popó: filie-se a um partido político e tente uma vaga na Câmara dos Vereadores, na Assembléia Legislativa, no Senado, enfim, sonhe alto! Lembre-se do Ronald Reagan e do Arnold Schwarzenegger! Ou do Clodovil e do Túlio Maravilha!
Mas você envelheceu...bom, nem tanto assim na verdade, mas seu livro é vendido em baciada das Americanas por R$4,99, ninguém dá notícias de seu CD e os convites para fazer uma novela não aparecem. Você teve que vender sua linda mansão à beira mar porque não aguentava mais pagar o condomínio e seus possantes veículos foram a leilão para saldar dívidas. E as mulheres? Ah, que ingratas, só lembram de você para cobrar a pensão alimentícia de um monte de filhos!
Você não estudou, não investiu em um negócio, os “amigos” sumiram, em resumo, você não sabe fazer nada e está falido da Silva. E agora?
Não se desespere, pois há uma saída (ou entrada, como preferir): torne-se político!
É isso mesmo. Siga o exemplo do Romário e do Popó: filie-se a um partido político e tente uma vaga na Câmara dos Vereadores, na Assembléia Legislativa, no Senado, enfim, sonhe alto! Lembre-se do Ronald Reagan e do Arnold Schwarzenegger! Ou do Clodovil e do Túlio Maravilha!
É o melhor “emprego” do mundo, ideal para falidos que não souberam aplicar a dinheirama que ganharam enquanto a fama e o sucesso batiam à porta até mesmo quando não queriam. Entrar para a política, no Brasil, significa “tirar o pé da lama”, levantar um troco, descolar umas vantagens aqui e ali. Sem falar na imunidade parlamentar, é claro.
Não, não estou duvidando das nobres intenções do Popó e do Romário na política. Sei que lutarão (principalmente o Acelino!) não apenas pela criação de uma séria política de esportes no país, mas também defenderão o equilíbrio nas finanças públicas e o planejamento familiar. Afinal, é de gente assim que a política brasileira precisa, parceiro!
Portanto, amigos e amigas, larguem essas bobagens como estudo, qualificação e leitura. Filiem-se no diretório do partido político mais perto de suas residências ( tanto faz de “esquerda”, “direita”, “centro”, é tudo igual), coloquem seus carismas em ação de preferência acompanhados de um bom jingle e sejam felizes nas próximas eleições, livres de problemas por 4 anos! Tempo suficiente pra fazer um bom pé de meia. E, se falir novamente, é pra isso que existe a reeleição!
Não, não estou duvidando das nobres intenções do Popó e do Romário na política. Sei que lutarão (principalmente o Acelino!) não apenas pela criação de uma séria política de esportes no país, mas também defenderão o equilíbrio nas finanças públicas e o planejamento familiar. Afinal, é de gente assim que a política brasileira precisa, parceiro!
Portanto, amigos e amigas, larguem essas bobagens como estudo, qualificação e leitura. Filiem-se no diretório do partido político mais perto de suas residências ( tanto faz de “esquerda”, “direita”, “centro”, é tudo igual), coloquem seus carismas em ação de preferência acompanhados de um bom jingle e sejam felizes nas próximas eleições, livres de problemas por 4 anos! Tempo suficiente pra fazer um bom pé de meia. E, se falir novamente, é pra isso que existe a reeleição!
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