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Diante dos sucessivos escândalos no digníssimo e probo senado ( de grandes e relevantes serviços prestados à população), é crescente um movimento pedindo a saída do seu presidente, o nosso agente secreto Sarney, José Sarney. É o “FORA SARNEY”, sucesso absoluto no Twitter, na imprensa, no Cãogresso e, espero, nas livrarias: que tal um "FORA SARNEY" também nas prateleiras? Dá lugar para outros escritores melhores por aí, ora!
É apenas uma questão de tempo: o vovô da Bia vai deixar a presidência do senado e, quem sabe, até mesmo o mandato, embora tenha amor à vida secreta, digo, pública. Isso deverá acontecer menos pelo clamor popular e virtual e mais por conveniências políticas.
El Bigodón vai sair. E depois, o que acontece? (leia o "papo grampeado" para ter uma pista)
Essa situação é bem semelhante ao caso do coronel e babalorixá ACM, que Deus (ou quem se interessou pelo material) o tenha. Com o escândalo da fraude do painel do senado, painho ACM renunciou à presidência da casa e ao mandato. Não se preocupou, pois sabia que voltaria nas próximas eleições nos “braços do povo”.
E foi isso o que aconteceu. ACM voltou ao senado graças aos currais eleitorais no interior. Desde o escândalo no painel do senado, os carlistas dificilmente ganharam eleições em Salvador. E com a morte de Painho, os antigos puxa-sacos abandonaram o barco de vez. É mais fácil a Ivete Sangalo eleger-se prefeita dos soteropolitanos do que o ACM Neto. ( até porque o jingle da Piriguete Sangalo em uma campanha seria "e vai rolar a festa", o que causaria grande impacto na terra da alegria)
Seria muito bom que o “FORA SARNEY” desencadeasse um movimento em prol da inelegibilidade (eita nomezinho!) de políticos envolvidos em corrupção e outros “atos secretos”. Isso deveria fazer parte de uma reforma política séria e que ajudaria a nos livrarmos do Sarney, do Collor, do Arruda, do Maluf, de inúmeros coronéis do Nordeste – sem esquecer, claro, “o povo aprender a votar”, embora qualquer tentativa de “consciência política” vá às favas quando aparece um saco de ração para o gado esfomeado nos currais.
Há quem diga que o "FORA SARNEY" é apenas uma modinha que algumas sub-celebridades lançaram pelo Twitter e que acabou "pegando". Mas eu acho uma boa ideia, afinal não podemos subestimar a internet. As pessoas têm a oportunidade de conhecer a ficha corrida do Sarney, o que foi o plano cruzado, plano verão, congelamento de preços, a esculhambação dos ministérios e como a famiglia age no Maranhão.
É informação. Mas informação que fica restrita apenas na esfera virtual não resolve muita coisa em um país cuja maioria da população fica “sabendo das coisas” através da TV. É o tipo de conversa que deve ser levada para a mesa do boteco, para caminhada no parque, recepção do consultório médico, sala de aula, fila do banco, salão de beleza, enfim, criar e disseminar “massa crítica”. Ano que vem tem...Copa do Mundo! E eleições também, não esqueça.
Ou então o #FORASARNEY vai terminar, como de praxe, em #PIZZA.
É apenas uma questão de tempo: o vovô da Bia vai deixar a presidência do senado e, quem sabe, até mesmo o mandato, embora tenha amor à vida secreta, digo, pública. Isso deverá acontecer menos pelo clamor popular e virtual e mais por conveniências políticas.
El Bigodón vai sair. E depois, o que acontece? (leia o "papo grampeado" para ter uma pista)
Essa situação é bem semelhante ao caso do coronel e babalorixá ACM, que Deus (ou quem se interessou pelo material) o tenha. Com o escândalo da fraude do painel do senado, painho ACM renunciou à presidência da casa e ao mandato. Não se preocupou, pois sabia que voltaria nas próximas eleições nos “braços do povo”.
E foi isso o que aconteceu. ACM voltou ao senado graças aos currais eleitorais no interior. Desde o escândalo no painel do senado, os carlistas dificilmente ganharam eleições em Salvador. E com a morte de Painho, os antigos puxa-sacos abandonaram o barco de vez. É mais fácil a Ivete Sangalo eleger-se prefeita dos soteropolitanos do que o ACM Neto. ( até porque o jingle da Piriguete Sangalo em uma campanha seria "e vai rolar a festa", o que causaria grande impacto na terra da alegria)
Seria muito bom que o “FORA SARNEY” desencadeasse um movimento em prol da inelegibilidade (eita nomezinho!) de políticos envolvidos em corrupção e outros “atos secretos”. Isso deveria fazer parte de uma reforma política séria e que ajudaria a nos livrarmos do Sarney, do Collor, do Arruda, do Maluf, de inúmeros coronéis do Nordeste – sem esquecer, claro, “o povo aprender a votar”, embora qualquer tentativa de “consciência política” vá às favas quando aparece um saco de ração para o gado esfomeado nos currais.
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